O termo em inglês significa parente compartilhador. São
pais, mães, tios e tias, avôs e avós que compartilham imagens de uma criança ou
mesmo sua rotina diária em redes sociais.
A questão sobre isso, é que psicólogos tem alertado que esse
compartilhamento, principalmente em excesso, podem causar impactos negativos na
formação da personalidade da criança, afinal, tudo o que vai para a rede se multiplica
e se espalha.
Você já pensou se seu filho(a) for prejudicado pelo excesso
de dados disponíveis sobre ele nas redes? Tudo o que é colocado na Internet
fica lá para sempre, nunca é verdadeiramente apagado, afinal, podem ser feitas
diversas cópias, sem contar com o fato de que nunca se sabe quem realmente está
recebendo esses conteúdo. Você se sente confortável em saber que um estranho
está acompanhando o crescimento do seu filho?
A privacidade é necessária para o desenvolvimento pessoal, pois,
nunca nos comportamos da mesma forma com as câmeras ligadas. Todos precisamos
deste direito para decidirmos nossas opiniões e pensamentos sem que sejamos
julgados e condenados por isso.
É importante deixar claro para os parentes o que pode e o que não pode ser compartilhado por eles online, pois nunca se sabe quais os problemas que isso poderá trazer no futuro.
Thaynara Cruz, advogada especialista em direito digital e proteção de dados pessoais.

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